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por Manuela Berbert: Dois grandes shows encerraram uma das melhores edições do Buera Folia. Sinho Ferrary e Devinho Novaes, que se encontraram no segundo show da noite, arrastaram uma verdadeira multidão para a a cidade de Buerarema na noite dessa segunda-feira, 18.

A tradicional festa da cidade foi resgatada em 2017, no primeiro ano da gestão do prefeito Vinícius Ibrann. Durante os três dias de festa neste 2018, músicos da casa, como Thaine e Tainá, Renatinho dos Teclados e a banda Ki Legal também se apresentaram. “É uma forma de apoiar, incentivar os seus trabalhos e mostrar que valorizamos e nos orgulhamos deles”, afirmou Vinícius antes da realização do evento. Na sexta-feira, Lordão e Trio da Huanna também se apresentaram, reafirmando a consolidação dos nomes e trabalhos no Sul da Bahia.

Gustavo Conde, do Brasil 247 - A música popular brasileira tem em Belchior um de seus momentos mais densos. O compositor cearense impôs ao cancioneiro brasileiro uma temática complexa, ousada e de forte apelo popular. As letras de Belchior ultrapassam a força da própria canção e invadem o regime das citações sociais de maneira fragmentária e destacada.
É uma organização discursiva espontânea e singular, muito pouco comum para um letrista pertencente ao universo da indústria fonográfica e à cultura popular das narrativas urbanas. Belchior ultrapassa fronteiras formais, instala uma voz poderosa na cena musical e cria um discurso filosófico repleto de intertextos que violenta a percepção do ouvinte tradicional da canção, sugerindo uma ação crítica deste ouvinte, seja com relação a sua existência enquanto sujeito da história, seja com relação à própria canção, numa dialética complexa e de caráter mobilizador.
Belchior escolhe com muita precisão a temática que vai servir de condutor para esta pletora de sentidos. Ele faz uso, em primeiro plano, da história. Suas canções são fortemente contextualizadas no tempo e no espaço. O Brasil dos anos 70 está lá como em poucos outros lugares: as migrações internas, o preconceito, a utopia, a opressão, a cultura como fonte de resistência, a plurivocalidade da canção popular (que se desdobra em tema), a cena familiar e passional típicas de um regime de exceção e exclusão, a amizade revolucionária, a sutileza avassaladora das metáforas que driblam a censura do próprio ‘eu’, enfim, uma organização temática que vai produzir um significado muito peculiar de unidade formal, porque, dentro da sua multiplicidade, vai servir sempre a um sentido fundador e onipresente: o sujeito que não se enquadra nas convenções sociais mas que ao mesmo tempo as respeita e as investe de delicadeza e humanidade.
Em um segundo plano formal, Belchior constrói scripts que conduzirão toda a sua obra de maneira quase obsessiva. Ele lida com dicotomias retoricamente muito poderosas e geradoras de energia narrativa: o velho e o novo, o passado e o presente, o conhecido e o desconhecido, o contemplado e o contemplador, o cantor e o ouvinte, a origem e o fim, o popular e o erudito e a urgência e o vagar.
Todos esses contrários são as molas narrativas que lançam em cena um sujeito tomado por uma tensão filosófica incessante, que estabelece um regime de temporalidades psicológicas vertiginoso, em que os espaços para distensão serão os momentos de resolução das canções, em geral seus finais, em que o eu cancional consegue respirar em meio às suas infinitas indagações existenciais.
Belchior também postula um eu cancional dotado de extrema personalidade, persuasivo, invocador, mobilizador, atentador. Um eu que quer o tempo todo tocar e invadir o espaço de seu outro, seja o objeto desejado na canção, seja o próprio ouvinte da canção. Isso se materializa numa dicção fortemente interpelativa, interlocutória, dialógica. O eu belchioriano é invasivo, revolucionário e dotado de extrema energia simbólica e física – pois ele busca e se debruça via sub narrativas nesse ‘outro’ que habita a canção.
O eu belchioriano, no entanto, vai além. Ele se estilhaça e promove um discurso polifônico, distribuindo a voz múltipla que habita o coração do compositor. A potência de um eu tão complexo e, por vezes, difuso acaba por configurar uma voz extremamente inquieta, como sói acontecer, por exemplo, em Dostoiévski. O eu cancional de Belchior adentra essa sofisticação literária e possibilita essa multiplicidade vocal que, como em Dostoiévski, pode, às vezes, ceder espaço autoral às próprias criações que emanam de uma mente concreta e localizável no mundo (Antonio Carlos Belchior e/ou Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski). Em suma, em alguns momentos um dos vários eus coadjuvantes de Belchior toma posse da narrativa cancional e joga o protagonista para uma posição narrativa secundária (isso acontece em “Paralelas”).
Belchior, portanto, não propõe um eu cancional onipresente apenas: ele propõe um regime de eus. Outra consequência dessa formalização enunciativa é uma voz concreta do intérprete de si mesmo Belchior que acabou por se tornar uma referência estética de projeção vocal. Belchior fala enquanto canta. Ele discursa, acelera os tempos, comprime a prosódia, amplifica a métrica, modula a colocatura, busca a “falha” como expressão, adensa o timbre, manipula o curso natural das resoluções rítmicas, raspa a glote em busca de profundidade passional, alterna coloquialismos, inverte posições sintáticas – aqui, já numa contaminação de sua própria concepção intelectiva das canções como unidades de sentido e de tensão.
Por fim, Belchior inaugura um ethos cancional peculiar, comum aos desbravadores de sentido, por assim dizer. Um ethos é um modo de dizer, uma dicção específica dotada de um tom específico que produz um efeito novo com relação ao conteúdo ali propagado. A título de ilustração, eu colocaria entre os desbravadores de sentido, Darwin, Freud e Marx. Esse autores não foram só autores: eles fundaram discursividades, com suas respectivas maneiras de narrar as próprias descobertas científicas.
À sua maneira, Belchior é um fundador de discursividade. Ele planeja sua peça cancional dentro de um rigor estético muito evidente, mas ao interpretar a si mesmo com sua voz única, ele intensifica ainda mais o sentido geral de seu enunciado.
Belchior é até mais que um intérprete de si mesmo no sentido estrito. Sua própria vida foi tomada pela força de sua obra. Como suas letras já relatavam uma autobiografia fragmentária que se confundia com sua própria vida de compositor e cantor celebrado na cena musical, o desdobramento de ambas, vida e obra, tomou o destino de assalto.
Belchior que amou viajar pelo Brasil e fez disso um tema recorrente em suas canções, acabou ele mesmo confinado em um país vizinho – o Uruguai – para viver seus momentos finais como indivíduo de carne e osso. Projetos interrompidos, legado mal resolvido, legiões de fãs órfãs antes mesmo de sua despedida, tudo isso poderia muito bem compor um desdobramento de sua temática cancional. Aliás, de uma certa maneira, tudo isso está lá, edificado em versos premonitórios e de raríssima beleza e força.
Os participantes apresentarão, na abertura da mostra, uma música inédita produzida na oficina. / Foto: Zai Pereira
A segunda mostra do Encontro de Compositores do Litoral Sul apresenta, nesta quinta-feira (12), performances inéditas de músicas autorais de artistas de Itacaré, Itabuna e Ilhéus. O show ocorre no Teatro Municipal de Ilhéus, às 20h, e o ingresso é 1 kg de alimento não perecível, que será doado para a Fundação Fé e Alegria – Ilhéus.

Representando a diversidade musical do litoral sul-baiano, a compositora da categoria individual, Ronara Criola, interpreta as suas canções acompanhada da banda base do Encontro, enquanto Rao embala suas composições com o seu violão, e as bandas Cabruca e Intuito Neutro trazem seus músicos e beats para o palco.

“O Encontro de Compositores foi pensado para oportunizar ao público o conhecimento da música autoral que é produzida na região. Desde 2014 realizamos Encontros de forma independente, nos quais mais de 40 artistas locais já participaram. Neste ano, com apoio do Governo do Estado, foi possível ampliá-lo para buscar atingir artistas dos municípios do território Litoral Sul”, explica o diretor musical, Cabeça Isidoro.

Ao todo, são quatro mostras que acontecem mensalmente desde março. A cada noite, quatro artistas se apresentam. “Tivemos 64 inscrições de compositores de Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Coaraci, Buerarema, Uruçuca e Camacã. Ficou claro que tem muita gente boa que precisa de espaço para mostrar suas produções, e o Encontro se consolida neste cenário”, comemora a produtora do evento, Eloah Monteiro.

OFICINAS DE COMPOSIÇÃO MUSICAL

Continuam abertas as inscrições para as Oficinas de Composição Musical, que acontecerão sempre uma vez por mês, até junho, na semana de cada mostra. Para cada turma estão previstas 20 vagas, e as aulas acontecerão na Academia de Letras de Ilhéus, com facilitação dos músicos Danilo Oliveira e Lula Soares Lopes.

Como resultado das aulas, os participantes apresentarão, na abertura da mostra, uma música inédita produzida na oficina. Profissionais e entusiastas da Música podem inscrever-se gratuitamente no site do evento em www.encontrolitoralsul.com.br. É possível acompanhar as novidades no facebook.com/EncontroCompositoresLitoralSul ou pelo aplicativo que tem o nome do evento e pode ser baixado na Play Store.

Por Andreyver Lima: Eleito o Melhor Cantor do Carnaval de Itabuna e fazendo história num dos maiores 'arrastões' do carnaval de Salvador deste ano, Fabrício Pancadinha se mostra um artista versátil com o lançamento de seu novo álbum intitulado "Vem Com Tudo".
Pancadinha: O melhor do Carnaval de Itabuna 2018
"Música é a minha paixão"
A declaração foi dada pelo artista que diz pensar em novos formatos e novas propostas. “Passou o carnaval e eu já fiquei inquieto, pensando em algumas novidades para retribuir o carinho que recebi por todas as cidades por onde passei”, explicou. O seu novo trabalho virá eclético e terá 'arrochadeira', lambada, pagode e funk.

Participação de sucesso
Este ano Pancadinha também fez participação especial na música 'Coração Doidim' no 6º álbum do cantor Sinho Ferrary.
Pancadinha no novo CD de Sinho Ferrary
O novo CD tem a assinatura e produção CDB Records
O novo CD tem a assinatura e produção CDB Records, e poderá ser baixado a partir das 19h desta quarta-feira (21), no link www.suamusica.com.br/pancadinhavemcomtudo
Em entrevista, Sinho Ferrary fala sobre carreira, fãs e novo álbum
Por Andreyver Lima: É grande a expectativa para o lançamento de "Na batida do seu coração", o 6º álbum do cantor Sinho Ferrary. A revelação do arrocha tem anunciado nas redes sociais que no dia 09 de março as músicas estarão disponíveis no SuaMúsica, Spotify, Deezer, Youtube e em CD.

Em entrevista para o site Seja Ilimitado ele falou sobre vida pessoal, relacionamento com os fãs e as novidades do novo trabalho.

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Sinho Ferray lança novo álbum esta semana
Pancadinha: O melhor do Carnaval de Itabuna 2018
Por Andreyver Lima: O cantor Fabrício Pancadinha, que estreou este ano em Salvador e é conhecido por arrastar a multidão, ganhou o prêmio de 'Melhor Cantor do Carnaval'. A premiação do Buriti Folia aconteceu no sábado (3) e escolheu os melhores do Carnaval de Itabuna 2018. A votação foi realizada na internet.
"É uma alegria imensa receber esse troféu, que na verdade não é meu, e sim de toda nação que vem acompanhado nosso trabalho. Aqui é sinônimo de muita persistência, garra, fé, amor." disse o cantor nas redes sociais.
Pancadinha também faz participação especial na música 'Coração Doidim' no 6º álbum do cantor Sinho Ferrary, que será lançado sexta-feira, dia 9.

Pancadinha no novo CD de Sinho Ferrary



Expectativa: Sinho Ferrary diz que DVD é um presente aos fãs
Por Andreyver Lima: É grande a expectativa quanto a gravação do DVD 'O Quinto Elemento' de Sinho Ferrary. O cantor de arrocha se apresentará no sábado, dia 30, na 36ª Expoita, evento que é um dos mais concorridos do sul da Bahia

PRESENTE AO PÚBLICO
O DVD está sendo preparado e deve ser gravado em duas partes. Uma na Expoita e outra em Ilhéus."Tenho uma legião de fãs que me acompanham desde Top Love. Este novo trabalho tem um sentimento muito especial, é meu 5º álbum solo e traz um DVD. Tudo feito com muito amor." diz o cantor. Em vídeo, Sinho convida toda a região para participar das gravações.



36ª EXPOITA
Expositores de várias estados brasileiros a exemplo de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, fazem presença nos seis dias da feira de negócios. A prefeitura informa que o evento começou sem espaço para colocar mais nenhum estande.
Estão incluídos também na programação, shows com artistas renomados, como Zezé di Camargo e Luciano e Léo Santana, que se apresentam na sexta-feira (29).

A prefeitura informa que o evento começou sem espaço para colocar mais nenhum estande.

Por Andreyver Lima:
Produzido por Sinho Ferrary, Gabriel K lança álbum na rede
Fã de sertanejo com vários covers em seu YouTube, Gabriel K interpreta grandes artistas e nesta segunda-feira, 28, lançou seu primeiro álbum chamado 'Razões', que tem dueto com o irmão e produtor, o cantor Sinho Ferrary.

AMANTE DA MÚSICA
Descrito por seu irmão como 'um amante da música', Gabriel desenvolveu desde cedo o seu talento e paixão na Igreja que frequentava, onde montou um pequeno grupo musical evangélico.

Gabriel procurou expor sua musica criando um canal no YouTube,
VOZ PELA INTERNET
Conforme sua aptidão para o canto crescia, Gabriel procurou expor sua musica criando um canal no YouTube, onde posta covers de Luan Santana, Jorge e Mateus e outros nomes do sertanejo.

PROMESSA DA REGIÃO
Fazendo parte da SF Produções, que também cuida da carreira de Sinho Ferrary, Gabriel promete ser uma das maiores revelações do sertanejo na região.

Aos 19 anos de idade, Gabriel K lança seu primeiro CD


Ouça no link
https://www.suamusica.com.br/gabrielkcdrazoes2017

Foi na madrugada desta sexta-feira (2), que o Braza lançou seu segundo álbum.
A divulgação pegou todos de surpresa, já que não havia uma data de lançamento.

A mistura de reggae e dancehall com uma veia rock são elementos do novo álbum 'Tijolo por Tijolo', que tem inspiração no cenário urbano e cotidiano, com letras que retratam temas sociais.

O novo álbum já está disponível no Youtube e Spotify.
--- Assista ao clipe de "Ande", single do novo álbum do Braza ---


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Em busca de seu espaço no cenário musical, a cantora e compositora, Giselle Costa, foi às redes sociais lançar seu trabalho com 4 faixas de composições próprias.
Produzido pela CBD produções, o "miniálbum" aposta na temporada junina com a música“PASSE DE MÁGICA”.

VIU NAS REDES
Um apoio inesperado surgiu das redes sociais. O ator Marcos Palmeira enviou vídeo desejando boa sorte a cantora. "Eu fiz uma entrevista com ele quando trabalhei na TVi, somos amigos na rede social e quando viu meu CD, teve a iniciativa de me enviar o vídeo." conta a artista animada. Veja vídeo.


O EP pode ser baixado no perfil da cantora no PalcoMP3 -
Contato: 73 99156-2212 / 98842-9612 / 98210-0001



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Hoje é sexta-feira e pra você começar o esquenta pra sair ou curtir o som no headfone, segue a dica de alguns dos melhores álbuns de novembro.
Ouvindo o Spotify, decidi colocar aqui três artistas que tenho curtido bastante nos últimos dias. Então, aperta o play e deixa sua opinião.

#3► The Weeknd - Starboy: The Weend entrega um trabalho realmente incrível nesse álbum conta com participações de Lana Del Rey, Kendrick Lamar, faz uma colaboração de alto nível com Future na música "All I Know", onde faz um mix com a música "Low Life", do Future. Por último e mais importante: 2 músicas com Daft Punk. A primeira - e não só a minha preferida como hot 100 da Billboard - o single 'Starboy' é um som fascinante. Já no estilo "Daft anos 80" a música "I Feel It Coming" não deixa a desejar.
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#2► MC Guime - Sou Filho da Lua: É Preciso reconhecer o surpreendente álbum do funkeiro, que começa te chamando pra viver. O single "Viva La Vida" que tem a produção do Tropkillaz, dá o tom numa pegada pop/eletrofunk que tem funcionado muito bem com Anitta. O clipe tem uma fotografia criativa e bem produzida, algo que vende e viraliza. Voltando a falar das participações, outro cara que respeito é Emicida, que gravou junto com Rael uma homenagem a São Paulo no melhor estilo "Sampa". 
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#1► Bruno Mars - 24K Magic: Viciante, dançante e empolgante! É quase impossível ouvir o novo trabalho desse cara e não se mexer. O funk, que tem como pai o mestre James Brown, é a base desse álbum. Sem participações especiais, 24K Magic já é número 1 na AppleStore.
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É claro que vários artistas lançaram trabalhos incríveis, como Aloe Blacc, Tropkillaz, Coldplay entre outros. Mas fica pra outro dia. Marca os amigos e veja se eles concordam. 
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A banda Pastilhas se apresentou no último sábado, 13/02, e falei aqui: 5 motivos para não perder o Encontro Grapiúna. Agora, veja as fotos que Gabriel de Oliveira, fotografo em Itabuna, fez durante a apresentação do grupo.











Começando pelo fato de que nossa cidade tem tão pouca arte de qualidade, já poderíamos contabilizar como o primeiro motivo, mas é muita coisa boa que resolvi colocar mais 5 motivos para você não perder nenhum sábado.

1- É no sábado(Sim!): É o segundo dia mais importante da semana pra quem gosta de sair, perdendo apenas para a 'santa' sexta-feira. Então, você não tem desculpas.

2- É música de qualidade: Limpe seus  ouvidos de tanto trá-trá-trá da semana do carnaval. Você curtiu, ouviu, cansou e ouviu de novo músicas que não serão lembradas no próximo ano, então essa é a sua redenção.

3- Vai ter gente bonita: Claro né, da pra encontrar o amor de sua vida ou curtir com quem gosta numa trilha sonora perfeita. A galera vai tocar além de autorias, música de Caetano e Elis Regina à Rita Lee e Jorge Ben.

4- É na praça!: Vai fazer o que no fim da tarde? Cooper? Colocar o lixo pra fora? Seja qual for sua necessidade, ir  à praça fará bem a você.

5- Pra quem gosta de doce: Vai ter Pastilhas. A banda que surgiu como brincadeira entre os integrantes do Mendigos Blues, vai se apresentar com Jacque Barreto de Ilhéus e João Paulo Hoffmann que é de Itabuna.


*MOTIVO BÔNUS* : Começa amanhã às 17h na praça Rio Cachoeira, em Itabuna e será apresentado pela artista de maestria única, Cida Lisboa.

Saiu em alguns blogs a noticia de que a Tays Reis, da Banda Vingadora, deu um show de antipatia enquanto se dirigia para o camarote do Planeta Band, que cobre o carnaval de Salvador.

Segundo a nota, que saiu primeiro no site Bahia.ba, Tays não falou com a imprensa que a aguardava no corredor, nos bastidores da transmissão.

A nota, propositalmente mal-intencionada, coloca a cantora do hit 'metralhadora', como alguém que não sabe lidar com o sucesso e alegam 'estrelismo' da artista.

Já sabemos como parte da imprensa tem trabalhado para afogar o sucesso da Itabunense adotada.
Como foi desmentido pela própria assessoria da Banda, ela chegou atrasada ao evento por conta do intenso transito na capital.

Outros blogs da nossa região, replicaram a noticia como algo verdadeiro. Como se de fato a 'Vingadora' tivesse se achando a estrela.

Devemos lembrar de que o sucesso para ela está sendo rápido e de que é sua estréia no maior carnaval da Bahia.

Se os jornalistas estavam no seu aguardo, significa que ele está sim fazendo sucesso, algo que desejo tanto pra ela quanto para toda a equipe.
É de nossa região e vamos valorizar o que é nosso.
Numa mistura de reggae, rap e um pouco de pop a música "Passarinhos" é a sua mais nova música preferida. Ouça.

Com participação de Vanessa da Mata, "Passarinhos" está no próximo trabalho do Emicida chamado “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa”. Essa é a terceira música do álbum divulgada antes do lançamento. Pela internet já circulam “Boa Esperança” e “Mufete“. “Sobre crianças.” chega às lojas em agosto.

Tem banda baiana na programação do Roskilde Festival 2015. Natural de Ilhéus, OQuadro é um grupo de rap, que representa no movimento Hip Hop uma tendência chamada "New School", ou "Nova Escola" em tradução livre, que busca, a partir do diálogo com outros estilos musicais e manifestações culturais, inovar esteticamente. Tudo a ver com o festival de música dinamarquês, famoso por sua programação eclética e seu caráter multicultural. 

Este ano, o evento acontecerá entre os dias 27 de junho e 4 de julho, com atrações como o ex-beatle Paul McCartney, os britânicos do Muse e da Florence + The Machine, além dos rappers norte-americanos Pharell Williams e Kendrick Lamar. Segundo Ricô, baixista e produtor musical d'OQuadro, o convite para tocar no Roskilde partiu de um dos curadores do festival, Peter Hvalkof, que já conhecia o trabalho da banda e estudava a possibilidade de levá-la para fora. "Peter ouviu o nosso som há mais ou menos dois anos e vinha namorando a ideia de levar a gente para tocar quando fez a proposta de integrarmos a grade do festival", conta. Para o músico, a sensação de participar do evento, um dos mais importantes do verão europeu, é um misto de gratidão e entusiasmo. "Para a gente é muito gratificante, porque trabalhamos nisso há muito tempo.Vai estar uma galera legal esse ano e vamos tocar adiante o que a gente já vem fazendo que é espalhar o nome da Bahia e do Brasil", destaca o baixista. 

Quanto ao show, Ricô diz que não haverá diferença entre o que estão acostumados a fazer e o que vão apresentar no festival, mas que tentarão uma parceria com um artista local. "Para eles, o que a gente faz aqui já é muito diferente. Como no show temos um momento para participação especial, vamos tentar entrosar com algum MC de lá e chamar ele para fazer uma rima", revela.
Antes de embarcarem para a Dinarmarca, OQuadro retorna a Salvador para um show no Largo Pedro Archanjo, no Pelourinho. A apresentação acontece dia 9 de maio, às 21h, com ingressos à venda a partir do dia 7 de abril, nas lojas Ticketmix.

Serviço:
O QUÊ: Show da banda "OQuadro"
QUANDO: Sábado, 9 de maio, às 21h
ONDE: Largo Pedro Archanjo, Pelourinho
QUANTO: R$ 15 (preço único)


A comendadora de Itabuna nos presenteia não com diamantes, mas com talento e energia que me faz lembrar de outros artistas de nossa terra de cacau.
Vez outra nos deparamos com talentos genéricos, daquele tipo que preenche o vazio que tem nas casas de show de Itabuna.

Não vou citar nomes. Vocês devem saber quem apareceu e sumiu, se desfez.

Este não parece ser o caso de Áica Luz, do Bonde da Burguesinha - BDB. A garota tem energia indiscutível e musica na garganta.  A jovem de 23 anos, fez bonito em sua primeira apresentação na 4ª Lavagem do São Pedro, que aconteceu ontem, 22, festa tradicional daquela comunidade, que visa, além da diversão, a valorização de artistas que fazem música na cidade. 

A gigante de 1,59m, em cima do trio agitou a massa que, mesmo debaixo de chuva, curtiu a música que ja é sucesso. Gravada com Fabrício Pancadinha, do Tsunami, a música "Comendador" ja estava na boca do povo. O clipe, lançado na semana da festa, foi o suficiente pra carimbar o sucesso.

Com o verão já no finalzinho, Áica tem planos para o São João. E são tão altos quanto monte Roraima.
Confira o video da música: Comendador

Ouvindo as músicas de Matisyahu, você não imagina que ele esteja vestido em um terno preto com um chapéu de abas largas preto ou usando um solidéu, e ostentando uma barba não aparada -  realizando raps sobre as glórias do judaísmo tradicional.
Sim, ele se apresenta assim. Na maioria das vezes.

Nascido nos Estados Unidos, Matthew Paul Miller entrou na Escola Judaica onde estudava duas vezes na semana, porém com seu comportamento "hiperativo", era frequentemente expulso da aula. Tocava os seus bongos no recreio e aprendia a fazer "Beat-box" no fundo da sala de aula
O cara é uma metamorfose.

Afim de encontrar um rumo em sua vida, por volta dos 14 anos, fez sua primeira viagem à Israel, onde ele descreve que se conectou com Deus, o que aumentou sua curiosidade espiritual.

Voltando aos EUA, Matisyahu, perdeu a tal conexão e, a pedido dos pais, começou a frequentar uma escola especial que incentivava a descoberta artística, já que fazia de tudo para manter e aguçar sua criatividade. Lá estudou Reggae e Hip-hop, estilos que marcam a sua música.

Na adolescência, Matisyahu tornou-se hippie

Começou sua carreira profissional em 2004, com seu álbum de estreia "Shake Off the Dust". Em 2009 lançou seu primeiro DVD.  Atualmente seu produtor é Kool Kojak, que é famoso por produzir Ke$sha e Nick Minaj. Já gravou faixas com Akon e já foi visto com o também rapper Wiz Khalifa.

Dá um play: Sugiro a faixa "Sunshine"









Seu mais novo trabalho chama-se "akeda", conta com 14 músicas.

Na região onde você mora, Manzuá pode ter significados diferentes e se você for do sul do país então, nem se ouve essa palavra.
Manzuá é uma armadilha usada por pescadores na extração do camarão e do pitu, muito comum no litoral baiano.
Com nome igual a banda Manzuá também é uma armadilha. O som dessa turma te prende e a sonoridade te relaxa.

[ SUGIRO DAR O PLAY, ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA ]



Em 2009 os amigos: Brisa, Mither, Laísa e Marcelo se juntaram para fazer um som num casamento, de maneira amadora, o que não deixou de ser uma missão, já que passaram um mês construindo e ensaiando o repertorio para o evento. O casamento deu certo, tanto para os noivos, quanto para o novo grupo que surgia.
Ainda em meados daquele ano, aconteceria o Festival Mutiarte da FICC, e João Solari (na guitarra) completou o grupo. Naquele momento a Manzuá nascia oficialmente.

A naturalidade com que o som flui através dos vocais e dos instrumentos do grupo, está sendo documentada pela primeira vez em um CD que está em fase de produção.
'Dos 5 anos de banda, há pelo menos 3 a gente pensa nesse disco. A melhor forma de firmar e divulgar um trabalho autoral é gravando o disco"
Para a concretização deste sonho, eles ultilizaram uma plataforma de colaboração, pedindo dinheiro mesmo aos fãs e admiradores do grupo. E deu muito certo.
Faltando ainda uma semana para o prazo estipulado pelo site, eles conseguiram 100% do financiamento. Gravação, masterização, prensagem e lançamento do primeiro CD autoral da banda.
Nosso disco traduz bastante o que nós somos. Cada música que vai entrar para o disco é um pedaço do que nós construímos nos últimos 5 anos."


O que nos resta agora é aguardar o lançamento que ainda não tem data definida. Quer conhecer mais a turma boa da Manzuá? Acesse aqui o site ou curta a página no facebook.


Por definição literária, a palavra "hype" é tudo aquilo que está ficando em alta, o assunto do momento, a moda da vez. Não há maneira melhor de começar a falar de Didiu Leal, e é ele quem está fazendo os ouvidos de turistas e nativos na paradisíaca ilha de Morro de São Paulo.

Natural de Gandu-Ba, Didiu chegou a Cairú no início de 2011, onde trabalhou na Toca do Morcego como o faz-tudo e foi lá que teve, pela primeira vez, contato com equipamentos de DJ. 
Passei a admirar mais ainda a arte de mixar e brincar com as músicas quando ficava responsável pelo som. Foi naquele momento que decidi o que queria fazer na vida. "
No fim de 2011, voltou para o interior para concluir os estudos, e retornou para Morro em 2013, já com a ideia concretizada de se tornar Dj. Ele havia conciliado os estudos do ensino médio e os estudos em música. Foi no Marylin Café (onde servem a melhor pizza do Morro) que conheceu o também Dj Tyson Henrriquez, que já tocava lá e o profissionalizou. Hoje ele é residente no Marilyn, nas noites da segunda-praia. Didiu também recepciona à tarde os recém-chegados no Hotel Portaló, na entrada principal da ilha.

O cara tem estilo próprio, mas conta com inspirações e influências de, - Carl Cox, Frankie Knuckles, Fatboy Slim entre outros. Durante sua apresentação passeia pelo house music, EDM, mas diz que prefere o deep house.
Com planos maiores, Didiu Leal, diz que em 2015 vai focar na produção de seus próprios hits.
Quer conhecer o som dele? Se liga no set: